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5 de outubro de 2017

Outubro Rosa auxilia no diagnóstico e tratamento do câncer de mama

Outubro Rosa incentiva pacientes a participarem das decisões referentes ao diagnóstico e tratamento do câncer de mama

 

Apesar de campanhas cada vez mais incisivas, principalmente voltadas à realização da mamografia, o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), para 2017 são esperados cerca de 60 mil novos casos. A boa notícia é que com a utilização da mamografia no rastreamento da doença e o avanço dos tratamentos, os índices de cura hoje são altos – podem chegar próximos a 100%-, quando ela é diagnosticada precocemente. Lançada na década de 90 nos Estados Unidos e incorporada pelo INCA em 2010, o Outubro Rosa é uma campanha que consegue anualmente maior conscientização para os exames que podem levar ao diagnóstico precoce e a um tratamento mais eficiente. Este ano a ação tem como mote “#PacientesNoControle – Atitude Exige Coragem”, que visa ampliar a abordagem, o pensamento crítico, analítico e autônomo da paciente, estimulando que participe das decisões referentes ao seu diagnóstico e tratamento.

“O mais importante é entender que quanto mais cedo é diagnosticada, mais curável é a doença”, diz a mastologista da Clínica Dr. Campinas, Natalie Almeida. “Nos últimos anos, as cirurgias evoluíram, estão cada vez menos mutilantes, assim como as técnicas de radioterapia e as novas opções de quimioterapia, baseadas na chamada terapia alvo, com medicações que aumentaram ainda mais a oportunidade de cura”, completa. Segundo a especialista, a população precisa saber da importância de fazer a mamografia, que é capaz de identificar, ainda em estágio inicial, o câncer de mama. A informação é a principal arma para que, durante todo o ano, as pacientes possam procurar atendimento médico e realizar o exame de maneira planejada. Ela deve ser realizada, segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, a partir dos 40 anos, uma vez ao ano. “O chamado autoexame das mamas pode ser realizado pela mulher uma vez por mês, para conhecimento do seu corpo. Sinais como inversão ou saída de secreção sanguinolenta por um dos mamilos, de maneira espontânea, são alguns dos alertas que devem ser investigados para afastar a possibilidade de câncer. Mas é importante pontuar que o autoexame não é capaz de detectar lesões muito pequenas, o que é papel fundamental da mamografia, que não pode ser substituída”, lembra Natalie.

Exames adicionais, como ultrassonografia e ressonância magnética, não fazem parte do rastreamento do câncer de mama na população geral, o que deve ser respeitado tanto pelos médicos quanto pelas pacientes. A razão é que fazer exames desnecessários, ao contrário do que se imagina, também pode levar a complicações. Achados suspeitos nesses exames adicionais podem gerar procedimentos dispensáveis, como biópsias ou cirurgias, que, além do estresse gerado para a paciente e seus familiares, aumenta a exposição a complicações. Assim, cabe ao médico decidir sobre os procedimentos, conforme o grupo de risco da paciente. “Existe uma população específica que tem indicação de rastreamento com ressonância magnética, que são as mulheres de alto risco para câncer de mama, por exemplo, aquelas com mutação nos genes BRCA 1 e 2. Essas pessoas devem ser acompanhadas por mastologistas”, diz.

A maioria dos cânceres de mama é assintomática e a ideia de que ele sempre está associado a dor ou outros sinais e sintomas é um mito. “Identificar a lesão ainda sem alterações é o nosso objetivo com a mamografia. Para que a doença leve a dor, alteração da pele, nódulo palpável é porque já está mais avançada do que o ideal para o diagnóstico”, garante Natalie. Os principais fatores de risco para o câncer de mama são idade acima de 50 anos, histórico familiar da doença, mutação genética de alto risco, obesidade, alcoolismo, radioterapia prévia no tórax, primeira menstruação antes dos 12 anos e última depois dos 55 e nenhum parto ou primeiro parto a partir de 30 anos. “A doença e o tratamento são encarados de maneira muito particular por cada paciente. Algumas acham mais difícil aceitar que tem a doença. Para outras é a possibilidade de quimioterapia com a perda dos cabelos e a cirurgia mamária, que representam as maiores barreiras nessa jornada. Uma jornada dura, mas que tem fim e, quase sempre, com um resultado feliz”, conclui Natalie.

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